Um projecto de Redução de Riscos e Minimização de Danos próximo de TI
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publicado por pontesdoalva, em 16.11.11 às 11:03link do post | favorito

 

Os médicos nem sempre conseguem explicar por que é que algumas mulheres desenvolvem cancro do colo do útero e outras não.

 

Contudo, (…) estudos efetuados identificaram alguns fatores de risco que podem aumentar a probabilidade de desenvolver cancro do colo do útero. Quando presentes em simultâneo, estes fatores aumentam ainda mais o risco:

  • Vírus do papiloma humano (HPV): a infeção por HPV é o principal fator de risco para o cancro do colo do útero. O HPV é um conjunto de vírus que pode infetar o colo do útero. As infeções por HPV são muito frequentes. Estes vírus podem ser transmitidos de pessoa para pessoa através de contacto sexual, sendo que a maioria dos adultos já foi num dado momento da sua vida infetada com HPV. Alguns tipos de HPV podem provocar alterações nas células do colo do útero, alterações essas que podem originar verrugas, cancro e outras complicações genitais. Os médicos devem verificar se há sinais de HPV, mesmo que não existam verrugas ou outros sintomas. Se uma mulher tiver uma infeção por HPV, o médico pode sugerir algumas formas de evitar o contágio a outras pessoas. O exame de Papanicolau pode detetar alterações nas células do colo do útero causadas por HPV.
 O tratamento destas alterações celulares pode evitar o desenvolvimento de cancro do colo do útero. A vacinação das mulheres protege-as de dois subtipos de infeção por HPV, que provocam o cancro do colo do útero. Em Portugal esta vacina passou a fazer parte do Plano Nacional de Vacinação.

  • Não realizar o exame de Papanicolau regularmente: o cancro do colo do útero é mais frequente em mulheres que não realizam periodicamente o exame de Papanicolau. Este exame possibilita a deteção de células pré-cancerígenas. O tratamento das alterações cervicais pré-cancerígenas previne, muitas vezes, o desenvolvimento de cancro.

  • Sistema imunitário enfraquecido (o sistema de defesa natural do organismo): as mulheres infetadas com VIH (o vírus que provoca SIDA) ou sob medicação inibidora do sistema imunitário, apresentam risco aumentado de desenvolver cancro do colo do útero. Nestas mulheres, os médicos recomendam o rastreio regular do cancro do colo do útero.

  • Idade: o cancro do colo do útero ocorre com maior frequência a partir dos 40 anos de idade.

  • História sexual: as mulheres que tenham tido muitos parceiros sexuais apresentam maior risco para o desenvolvimento do cancro do colo do útero (...).

  • Tabagismo: as mulheres fumadoras com infeção por HPV apresentam um risco acrescido de desenvolver cancro do colo do útero.

  • Tomar a pílula durante longos períodos de tempo: tomar a pílula durante longos períodos de tempo (5 anos ou mais) pode aumentar o risco de desenvolver cancro do colo do útero, em mulheres infetadas por HPV.

  • Ter muitos filhos: estudos efetuados sugerem que as mulheres infetadas por HPV que tenham muitos filhos, podem apresentar risco acrescido para o desenvolvimento de cancro do colo do útero (...).

As mulheres que pensem estar em risco de desenvolver cancro do colo do útero, devem debater esta questão com o seu médico e podem, eventualmente, marcar um exame médico completo.

 

Fonte: Liga Portuguesa Contra o Cancro 

 

Mais informações sobre a doença:

 

Site da Liga Portuguesa contra o Cancro

http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=190

 

Artigo da AIDS Portugal

http://www.aidsportugal.com/Modules/WebC_AIDS/Articles/ViewArticles.aspx?Mid=177&Aid=10842


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publicado por pontesdoalva, em 08.11.11 às 10:04link do post | favorito

 

No passado dia 4 de Novembro, teve lugar o 1º Encontro de Atores Sociais do concelho de Seia, uma iniciativa promovida pela Associação de Beneficência do Sabugueiro – entidade promotora do nosso projeto.

 

Este encontro teve como objetivo proporcionar momentos de convívio informal entre os diferentes atores que asseguram um trabalho social meritório junto da comunidade senense.

 

No jantar, estiveram presentes cerca de 30 pessoas, entre dirigentes, técnicos e outros colaboradores das diferentes entidades representadas.

 

Através dos contributos de todos foi possível construir o Painel do Ator Social. Neste painel foram incluídos documentos que enalteciam o trabalho desenvolvido pelas diferentes entidades e instituições presentes (fotografias, artigos de jornal, etc.). Um momento simbólico que não deixamos de registar.

 

Deixamos um agradecimento a todos que estiveram presentes, fazendo votos que a iniciativa se repita anualmente.

 

Painel do Ator Social

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publicado por pontesdoalva, em 20.10.11 às 15:42link do post | favorito

 

 

Regras de Ouro para manter a vida em 2 rodas

  1. Use sempre o capacete. O mesmo se aplica aos passageiros
  2. Circule sempre com os médios acesos, para ser visto facilmente
  3. Não circule entre filas de veículos. É perigoso e proibido!
  4. Evite posicionar-se nos ângulos mortos dos outros veículos
  5. Adeqúe a velocidade ao estado do piso e mantenha a distância de segurança
  6. Redobre a atenção com condições atmosféricas adversas (chuva | nevoeiro | gelo)

 

SABIA QUE....

 

NÃO VER os veículos de 2 Rodas é a razão apontada em 70% dos acidentes em que estão envolvidos outros veículos automóveis?

 

O RISCO DE MORTE dos motociclistas é 4 vezes superior ao dos condutores de automóveis ligeiros?

 

 

HAJA COM PRECAUÇÃO. A VIA PÚBLICA NÃO É UM CIRCUITO

 

Conselhos da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária


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publicado por pontesdoalva, em 26.09.11 às 15:01link do post | favorito

 

No dia 25 de setembro, estivemos no evento “Museu no Coração”, promovido pelo Município de Seia, através da realização de uma caminhada e posterior visita gratuita ao Museu da Eletricidade.

 

A equipa técnica do projeto esteve a sensibilizar para a importância das doenças cardiovasculares no nosso país, bem como para as consequências do uso e abuso de substâncias na incidência destas patologias. Foram contactadas 59 pessoas.

 

Agradecemos a todos que participaram!

 


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publicado por pontesdoalva, em 31.08.11 às 09:12link do post | favorito

 

Investigadores preocupados com os números do VIH nos Estados Unidos - avança o New York Times.

 

Segundo fontes nacionais, o número de novos casos de VIH está estável no país há mais de uma década, o que tem levado alguns investigadores a defender uma maior aposta em políticas de prevenção.

 

Já o Diretor do Centro Nacional para a Prevenção do VIH – salienta que, apesar dos dados avançados, o aumento do número de testes ao VIH, tem contribuído para a diminuição da transmissão do vírus entre parceiros.

 

 

>> Vejam o artigo completo em |AIDSPortugal|:

 http://www.aidsportugal.com/Modules/WebC_AIDS/Articles/ViewArticles.aspx?Mid=177&Aid=10756


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publicado por pontesdoalva, em 09.08.11 às 11:02link do post | favorito

 

Queridos amigos...

O Projeto Pontes do Alva quer avaliar as suas redes sociais ! E para isso precisa da opinião de todos vocês!
Respondam ao questionário clicando no Link, demora apenas 2 minutos!
Porque queremos melhorar, contamos convosco!
 
 Questionário sobre Redes Sociais >> http://www.surveymonkey.com/s/6H7NYQV

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publicado por pontesdoalva, em 02.08.11 às 14:06link do post | favorito

 

 

Com o objetivo de promover a dinamização criativa do Parque Municipal de Seia, a Associação de Beneficência do Sabugueiro, em parceria com o Município de Seia, está a promover a iniciativa “Animação no Parque 2011”.

 

À semelhança do que aconteceu no verão passado, com o Ciclo de Cinema ao ar livre, pretende-se fornecer oportunidades de ocupação dos tempos livres à comunidade Senense.

 

 

| PROGRAMA |

 

Atividade: Tardes de animação para crianças

Objetivo:Demonstrar aos jovens que têm poder para dinamizar o seu concelho, assumindo a realização de atividades lúdicas, de voluntariado e de valor social.

Público-alvo: Crianças com idade igual ou superior a 6 anos, pertencentes à resposta social de ATL ou outras instituições do concelho

Dinamizadores:Projeto Pontes do Alva, Grupo de Jovens Mediadores e Gabinete de Desporto da Câmara de Seia

Datas:28 de Julho e 11 de Agosto, no periodo da tarde (Quintas-feiras).

 

Atividade: Animação Noturna - Projeção de concertos de bandas da atualidade

Objectivo: Fornecer actividades lúdicas alternativas aos jovens do concelho; incutir novos hábitos de lazer nos frequentadores do Parque Municipal

Público-alvo: Frequentadores do Parque Municipal, especialmente jovens

Dinamizadores:Projeto Pontes do Alva, em parceria com o Município de Seia e a Casa Municipal da Cultura

Datas: 3 de Agosto e 17 de Agosto, pelas 22 horas (Quartas-feiras).

 

>>>Segue agora o Cartaz da Animação Noturna APAREÇAM!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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publicado por pontesdoalva, em 27.07.11 às 11:55link do post | favorito

 

10 anos depois da sua aplicação, a Política Portuguesa é tida como um exemplo mundial. Vejamos alguns dados e considerações.


 

DROGAS EM PT | SITUAÇÃO ATUAL

(dados de 2007)

 

Cannabis:

 

15-34 anos – 6,7% | UE: 12,1%

15- 16 anos – 13%

 

Cocaína:

 

15-34 anos – 1,2% | UE: 2,1%

 

Utilizadores problemáticos de drogas em Portugal: 42 000 (6 casos por cada 1000 pessoas) – Semelhante à média Europeia.

 

Casos de VIH em consumidores: 13,4 por mil (UE: 2,85 por mil)

 

Apesar destes últimos dados não corresponderem ainda ao desejável para o nosso país, a nossa política é um exemplo a nível mundial, por várias razões...Vejamos...

 

 

 

A DESCRIMINALIZAÇÃO | OS ELOGIOS DA UE E DO MUNDO

 

Portugal está em destaque na discussão mundial, devido à sua Politica de Descriminalização de Drogas e à implementação das Comissões de Dissuasão da Toxicodependência (CDT).

A transição de competências em matéria de drogas do Ministério da Justiça para o Ministério da Saúde também é destacada pela positiva.

 

Grosso modo, o que a política de Descriminalização significa é que o consumo de drogas, embora continue a ser ilegal, deixa de ser punido pelo sistema penal e judicial. Em vez de penas de prisão ou outras medidas de coação tradicionais, os consumidores são avaliados pelas CDT, que os esclarecem e encaminham para as respostas de tratamento possíveis.

 

O consumo poderá, no entanto, ser penalizado consoante as circunstâncias em que ocorre. Por exemplo um individuo identificado a conduzir sob o efeito de drogas poderá, tal como acontece com o álcool, ser punido com uma inibição ou proibição de conduzir. Outras medidas como a proibição de frequência de determinados locais e o trabalho comunitário são possíveis. No entanto, a intervenção privilegia medidas não discriminatórias e reintegradoras.

 

O modelo Português é visto, pela comunidade internacional, como uma política de saúde, fundada nos valores do humanismo, pragmatismo e participação.

 

Através desta política, o consumidor passa a ser visto como alguém que precisa de ajuda e de acompanhamento e não como um criminoso.

 

 

Fontes:

 

- European Monitoring Centre for Drugs and Drug Adiction (2011). Drug Policy Profile – Portugal.

- www.idt.pt

 

 

Vejam também os seguintes artigos:

 

O SUCESSO DE DESCRIMINALIZAÇÃO DE DROGAS EM PORTUGAL

De 5 de Setembro de 2010, "What Britain could learn from Portugal's drugs policy".

http://www.guardian.co.uk/world/2010/sep/05/portugal-drugs-debate

 

De 21 de Julho de 2010, "What can we learn from the portuguese decriminalization of  illicit drugs?", por Caitlin Elizabeth Hughes e Alex Stevens.

Article in the British Journal of Criminology

 

De 20 de Julho de 2010, "At 10, Portugal's Drug Law Drws New Scrutiny",

http://europe.wsj.com/home-page

De 26 de Abril de 2009, "Drugs in Protugal: Did Decriminalization Work?".
www.time.com/time/health/article
 
De 3 de Abril de 2009, "Drug Decriminalization in Portugal".
www.cato.org/event.php?eventid=5887
 
De 2 de Abril de 2009, "Drug decriminalization in Portugal: Lessons for creating fair and successful drug policies".
www.cato.org/pub_display.php?pub_id=10080
 
De 2 de Abril de 2009, "The success of drug decriminalization in Portugal".
www.salon.com/opinion/greenwald/2009/04/02/portugal/index.html
 
De 14 de Março de 2009, "The success of drug decriminalization in Portugal".
www.salon.com/opinion/greenwald/2009/03/14/portugal

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publicado por pontesdoalva, em 08.07.11 às 10:12link do post | favorito

 

Um conjunto de entidades de âmbito internacional uniram-se no sentido de produzir o primeiro Relatório sobre a prevalência do VIH entre os adolescentes. O documento "Oportunidades na crise: prevenir o VIH desde o início da adolescência até à idade adulta" já está disponível.

 

O relatório refere que, embora a percentagem de novas infeções tenha diminuído na população jovem, as mulheres continuam altamente expostas, sobretudo devido à sua vulnerabilidade biológica, à desigualdade social e à exclusão.

 

 

| O que conclui o estudo?

 

41% das novas infeções na população jovem ocorrem na faixa etária dos 15 aos 24 anos

 

Em todo o mundo, cerca de 5 milhões de jovens com estas idades viviam com o VIH, em 2009

 

A maioria dos jovens que contraem a doença são mulheres, 60% no geral, e 72% no caso da África subsariana

 

Devido ao melhor acesso ao tratamento, existem hoje mais jovens a sobreviver com o VIH

 

 

| O que podemos fazer?

 

O Relatório refere que devem continuar os rastreios gratuitos e acessíveis aos jovens nos serviços de saúde, assim como a aposta em campanhas de prevenção (planeamento familiar, distribuição de contracetivos)

 

 

| O que fazemos nós?

 

O projeto Pontes do Alva tem disponíveis preservativos femininos e masculinos a custo zero, quer na sua sede (Edf. Ventura em Seia), quer na Escola Superior de Turismo e Hotelaria, nossa parceira desde 2009.

 

Temos também disponível uma pequena Biblioteca sobre este e outros temas. Para solicitar informação  basta enviar um e-mail para pontesdoalva@absabugueiro.com, recorrer às redes sociais: Blogue e Facebook, ou presencialmente, no nosso gabinete.

 

Este texto foi escrito ao Abrigo do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

 

Fonte: Portal de Saúde Sexual e reprodutiva www.apf.pt


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publicado por pontesdoalva, em 28.06.11 às 15:13link do post | favorito

  

"A dependência do álcool, ou o seu consumo abusivo e prolongado, são substancialmente responsáveis pela acumulação de problemas de saúde e mortalidade prematura" - dizem especialistas da Universidade da Califórnia.

 

O uso nocivo e prolongado do álcool surge relacionado a estados depressivos, ansiedade, insónia, suicídio e envolvimento em consumo de outras drogas. A nível físico, poderá causar doenças cardiovasculares e gastrointestinais, tumores, cirroses, e problemas do sistema imunitário (defesas do organismo).

 

Quando existe dependência, a paragem repentina do consumo gera um síndrome de abstinência alcoólica muito agressivo. Por isso, é recomendável que a paragem do consumo seja acompanhada por profissionais. O tratamento é possível e normalmente conduz à melhoria do estado de saúde geral dos indivíduos.

 

Seguem-se os contactos dos serviços que dão resposta à problemática do Alcoolismo no concelho de Seia.  

 

 

| CONTACTOS ÚTEIS |

 

 Como começar?

 

   Consulta de Alcoolismo - GIPA - Centro de Saúde de Seia

Consultas com vista ao abandono do consumo, em ambulatório (em casa)

Telf. 238 315 715

 

Projeto Alavanca - Associação de Beneficência do Sabugueiro

Projeto de acompanhamento, poderá ajudar a fazer a ponte com os vários serviços e a reinserir o indivíduo a nível social e profissional.

Av. Afonso Costa, Edf. Ventura 1º Centro Direito Retaguarda

6270 Seia

Telf. 238 086 604 Telm. 926 373 265

 

 

Caso necessite de internamento

 

Unidade de Alcoologia de Coimbra

O internamento tem duração de aproximadamente 3 semanas, e visa ajudar o doente no processo de desintoxicação. O doente sairá da unidade com medicação própria, facilitando o abandono do consumo.

Telf. 239 006 860

 

 


 

 Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

 

Fontes:

Schuckit, M. (2009).Alcohol-use disorders. Lancet 2009, Vol. 373. Pág. 492-501

IDT I. P. (2011). Rede de referenciação/ Articulação para os problemas ligados ao álcool. Pág. 39-49

Folheto Informativo GIPA (Grupo de Intervenção para a Problemática do Alcoolismo - Centro de Saúde de Seia) 


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