Um projecto de Redução de Riscos e Minimização de Danos próximo de TI
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publicado por pontesdoalva, em 05.12.11 às 16:32link do post | favorito

 

Este estudo foi realizado em 2011, pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência, com 13000 alunos do ensino público, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos de idade (7º ao 12º ano de escolaridade).

 

 

SÍNTESE DAS PRINCIPAIS CONCLUSÕES

 

De 2007 para 2011, verificam-se as seguintes tendências:

 

  • Relativamente ao ÁLCOOL:

- Diminuiu a percentagem de jovens que já experimentaram álcool, embora, paradoxalmente, tenha aumentado a percentagem daqueles que já se EMBRIAGARAM.

- Assim, acentuou-se o consumo excessivo de álcool, principalmente a partir dos 16 anos e no sexo FEMININO.

 

  • Relativamente ao TABACO:

- Diminuiu a percentagem de experimentação e verifica-se uma iniciação mais tardia do consumo.

 

  • OUTRAS DROGAS:

- CANNABIS: Aumentou a percentagem de experimentação nos alunos mais velhos (16 a 18 anos), atualmente situada nos 30%. Mas diminuiu a frequência do consumo.

- Diminuiu o consumo de ecstasy e mantém-se estável o número de alunos que experimenta drogas injetáveis.

- Aumentou a percentagem de consumo de ANFETAMINAS e de COCAINA, entre os alunos com idades entre os 13 e os 16 anos.

 

 

PISTAS PARA A INTERVENÇÃO

 

Segundo os autores do estudo, estas conclusões apontam para a necessidade de:

 

(1) continuar a investir na intervenção sobre o consumo excessivo de álcool, particularmente entre os jovens dos 16 aos 18 anos (2) continuar a prevenção do consumo de álcool anteriormente à idade legalmente permitida (16 anos)

(3) reforçar a atenção sobre o consumo de estimulantes (principalmente ANFETAMINAS).

 

No entanto, a nossa leitura sugere ainda que:

 

(4) Seja necessária uma maior atenção sobre o consumo de CANNABIS, uma vez que diminuiu a frequência dos consumos mas aumentou o n.º de consumidores. [O facto de ter diminuído a frequência dos consumos poderá não ser relevante na medida em que, com mais jovens a consumir, a possibilidade de se gerar dependência ditará a progressiva necessidade de maior quantidade da substância.]

 

(5) Seja necessário não descurar o consumo de COCAÍNA, que tem aumentado em crianças de tenra idade (13 aos 15 anos), uma vez que esta é considerada a droga com maior potencial de adição. [Os indivíduos relatam uma dependência tão forte que os impele a consumos cada vez mais frequentes e descontrolados.]

 

 

Fonte: Site Oficial do IDT I. P.

http://www.idt.pt/PT/ComunicacaoSocial/ComunicadosImprensa/Documents/ECATD_ESPAD_Portugal_2011_ComImp.pdf


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