Um projecto de Redução de Riscos e Minimização de Danos próximo de TI
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publicado por pontesdoalva, em 25.09.12 às 14:35link do post | favorito

 

No passado dia 19 de Setembro, o Pontes do Alva realizou o encerramento (formal) do projeto, no âmbito da reunião do Conselho Local de Ação Social (CLAS) de Seia. Na sede do Município, os presentes tiveram oportunidade de conhecer, em síntese, toda a intervenção efetuada nestes sete semestres de trabalho (março 2009 - agosto 2012).

Seguem-se os principais Resultados atingidos

 

GABINETE DE APOIO

 

13 solicitações recebidas

5 casos encaminhados

Intervenção em 8 situações de violência doméstica

 

ESTH – IPG

 

475,5 horas de intervenção (gabinete semanal)

14 ações de informação/ sensibilização (acerca de substâncias psicoativas, gravidez indesejada, etc.)

Aplicação da formação (programa de Barcelona) “Venda Responsável de Bebidas Alcoólicas” – 28 alunos

Total de alunos beneficiados diretamente: 743

 

AÇÕES PONTUAIS

 

Escola Secundária de Seia: Ações de informação/ sensibilização a 400 alunos de turmas indicadas pela escola

Ação para trabalhadores “O consumo de substâncias e o contexto laboral” – 110 beneficiários

Outras ações em parceria com: Município de Seia, Escola Evaristo Nogueira, Casa da Juventude D. Ana Nogueira

Total de abrangidos pelas ações pontuais: 786

 

PONTO DE CONTACTO E INFORMAÇÃO MÓVEL (intervenção em contexto de rua e eventos)

 

Intervenção em 74 eventos

351 testes de alcoolémia | 17 intervenções em situação de crise

Indivíduos contactados: 2190

 

Total de indivíduos beneficiados diretamente pelo projeto (nas diferentes metodologias): 3719

 

 

Um agradecimento a todos os que o tornaram possível!


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publicado por pontesdoalva, em 20.08.12 às 17:02link do post | favorito

 

Caros seguidores!

 

O Projeto Pontes do Alva não terá continuidade assegurada após o dia 31 de Agosto do corrente. A equipa técnica tudo fará para continuar a responder às solicitações mais urgentes. No entanto, estaremos impossibilitados de vos "brindar" (pelo menos com tanta frequência) com as fotos e o balanço das nossas atividades. A Associação de Beneficência do Sabugueiro (nossa entidade promotora) continuará a encetar esforços para reverter a situação...Entretanto um grande OBRIGADO a todos que (desde 2009) têm tornado possível o nosso trabalho!

 

Em breve publicaremos os resultados deste projeto nos quase 4 ANOS da sua existência...Até breve!


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publicado por pontesdoalva, em 18.06.12 às 09:51link do post | favorito

 

A violência doméstica é um problema de todas as pessoas. Pode ocorrer em qualquer contexto, independentemente da idade, meio social e cultural.

 

A violência doméstica pode manifestar-se a nível emocional e psicológico, físico ou sexual. E a intensidade das agressões tende a aumentar com o passar do tempo.

 

Atenção! A violência doméstica, em qualquer das suas formas, É CRIME

 

Em Portugal, a violência doméstica é crime Público, o que significa que o procedimento criminal não depende de queixa por parte da vítima. Qualquer pessoa pode e deve denunciar e o processo prossegue mesmo que a vítima não deseje fazer queixa junto das autoridades.

 

As denúncias podem ser apresentadas em qualquer órgão de polícia (GNR, PSP, PJ), no Ministério Público ou no Instituto de Medicina Legal. Se a vítima comparece no hospital para receber tratamento médico, o processo pode também ser desencadeado pelas entidades de saúde.

 

 

QUEM AGRIDE não fica impune!

Dizer que a violência doméstica é crime, significa que a mesma pode ser punida com várias sanções, desde sanções como o termo de identidade e residência ou a pulseira eletrónica até à prisão efetiva.

 

 

QUEM É AGREDIDO não fica desprotegido!

A partir do momento que a vítima toma a decisão de pedir ajuda, um conjunto de mecanismos pode ser desencadeado em sua defesa.

 

Nenhuma vítima é obrigada a regressar a casa!

 

A partir do pedido de ajuda, é possível, com os meios que temos ao dispor, proteger imediatamente a vítima e promover o acolhimento imediato da própria e dos seus filhos (se for o caso). Existem ainda um conjunto de equipas no terreno que auxiliarão a vítima no seu projeto de vida futuro (p.ex. a refazer a sua vida em autonomia, a reintegrar-se profissionalmente, a lidar com questões jurídicas e legais…)

 

O desejo de acabar com a situação de violência é o 1º PASSO.

 

COMO PEDIR AJUDA?

 

Se reside no concelho de Seia:

 

EIVIDA | Equipa de Intervenção para a Problemática da Violência Doméstica

Tel. 238 316 151

Atendimento à 3ª Feira (ou sempre que necessário) na Escola Primária da Ladeira (junto à Central de Camionagem em Seia)

 

Pode ainda pedir apoio na Câmara Municipal, Segurança Social ou GNR. Estes serviços estão preparados para dar resposta à sua situação e encaminhá-la da melhor forma possível. Ou ainda através do N.º 144.

 

 

A nível nacional contacte:

 

LINHA 144 – É a Linha Nacional de Emergência Social e poderá dar uma resposta imediata à sua situação, a qualquer hora do dia ou da noite. Os técnicos virão ao seu encontro e poderão promover o seu acolhimento imediato.

 

APAV – Gabinetes de Apoio à Vítima – Atendimento a vítimas de violência doméstica e de outros crimes – Delegações em Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Cascais, Setúbal, Vila Real, Odivelas/Loures e Faro.

 

 

 

Informação adaptada de:

 

APAV |associação portuguesa de apoio à vítima

CIG | Comissão para a igualdade de género

EIVIDA | Equipa de Intervenção para a problemática da Violência Doméstica de Seia


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publicado por pontesdoalva, em 23.05.12 às 14:37link do post | favorito

 

Segundo um estudo levado a cabo em 14 países, foram detetados um conjunto de erros na utilização do Preservativo, que poderão estar na origem, quer da transmissão de Infeções Sexualmente Transmissíveis, quer da Gravidez Indesejada.

 

Os erros mais frequentes são os seguintes:

 

Colocação tardia (entre 17 e 51 por cento)

 

Remoção precoce (13 a 44.7 por cento)

 

Desenrolar incompleto do preservativo


Armazenamento incorreto


Reutilização


Desenrolar do preservativo antes de o aplicar no pénis (25.3 por cento)


Não deixar espaço para a acumulação de sémen


Aplicação do avesso com remoção seguida de nova aplicação (4 a 30.4 por cento);

 

Exposição do preservativo a objetos cortantes durante a remoção do invólucro (2.1 a 11.2 por cento)


Não garantir a integridade do preservativo antes da utilização (74.5 por cento dos homens e 82.7 das mulheres)

 

 

Fica a informação...

 

 

 

Notícia retirada de: AIDS Portugal - site de referência no âmbito do VIH

Artigo completo em: http://www.aidsportugal.com/Modules/WebC_AIDS/Articles/ViewArticles.aspx?Mid=177&Aid=10993


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publicado por pontesdoalva, em 14.03.12 às 10:07link do post | favorito

 

 

Caros seguidores,

 

 

Hoje vimos informar sobre um Fórum, que se irá realizar no próximo dia 2 de Maio. Trata-se de uma iniciativa conjunta do Solar do Mimo, Escola Evaristo Nogueira e Casa de Santa Isabel, e terá lugar na Escola Superior de Turismo e Hotelaria, em Seia.

 

Este Fórum visa refletir sobre os diversos aspetos que devem nortear a intervenção com crianças com necessidades educativas especiais, e contará com a presença de diversos oradores, com experiencia comprovada em vários domínios, dos quais destacamos o Dr. Paulo Sargento, habitual comentador da SIC.

 

Para mais informações e inscrições segue o CARTAZ.

 

 

Participem!

 

 


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publicado por pontesdoalva, em 20.02.12 às 14:12link do post | favorito

 

Recentemente encontrámos um Folheto muito interessante e esclarecedor sobre a Cannabis. É uma substância que ainda levanta muitas dúvidas no que respeita aos perigos e consequências do consumo continuado.

 

Para terem acesso ao Folheto completo acedam a: www.idt.pt / Centro de Documentação / Material de Prevenção.

 

A informação é de origem credível e credenciada...

 

Por agora...espreitem alguns MITOScorrentes sobre a Cannabis...

 

 

Boas leituras!

 

 

 

 

 

 

 

 


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publicado por pontesdoalva, em 09.02.12 às 11:56link do post | favorito

 

Na sequência de dúvidas que têm vindo a ser apresentadas por vários indivíduos que contactam o Projeto no âmbito do Ponto de Contacto e Informação, vimos informar o seguinte:

 

A maioria do material informativo e de apoio disponibilizado nas nossas instalações provém de organismos oficiais, que operam em território nacional, sob a alçada do Ministério da Saúde, entre outros organismos credenciados. São, portanto, materiais de origem credível e controlada.

Especificamente no caso dos MÉTODOS CONTRACETIVOS, os mesmos são cedidos gratuitamente ao Projeto pela Coordenação Nacional para o VIH/ SIDA, entidade também credenciada. O Projeto Pontes do Alva não tem qualquer controlo sobre a marca disponibilizada. No entanto, na sequência das preocupações do nosso público-alvo, fazemos saber que todos os organismos que atuam na área têm informado que a eficácia dos contracetivos depende sobretudo dos procedimentos de utilização dos mesmos e não da marca a que efetivamente pertencem.

Relembramos que os métodos contracetivos de barreira (preservativo feminino e masculino) são os únicos capazes de proteger contra infeções sexualmente transmissíveis e dos métodos mais eficazes. O número de falhas registadas por ano situa-se entre os 4 e os 10% segundo os últimos dados divulgados pelo Consenso sobre Contraceção (2011). No entanto, a sua utilização no nosso país é ainda muito modesta.

 

Desde já agradecemos a todos os alunos que nos têm contactado.

Estamos à disposição para o esclarecimento de todas as dúvidas. Não deixem de as colocar!


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publicado por pontesdoalva, em 05.01.12 às 14:26link do post | favorito

 

Quando se aproxima a Época de Exames, acentua-se o debate sobre a utilização de substâncias para melhorar a performance dos alunos.

 

 

LEMBRA-TE! Não há milagres! Um pico de concentração num dado momento é obtido à custa de perdas de memória, morte de células cerebrais, perturbações do sono e de ansiedade, entre outros problemas que podem manifestar-se mais tarde. Além disso, corres sempre o risco de dependência! Algumas destas drogas são conhecidas pelo seu grande potencial de adição, em curto espaço de tempo!

 

Actualmente, os estudantes recorrem a várias drogas. Dentro deste grupo destacam-se os estimulantes como a cocaína, as anfetaminas, os esteróides, entre outros. Estas drogas são ilegais e têm grande potencial de dependência. A "maior concentração" que os estudantes desejam é obtida à custa de alterações importantes do sistema nervoso central!

 

Para além das drogas ilegais, tem sido comum o recurso a medicamentos que são vendidos para o tratamento de determinadas doenças, como por exemplo a hiperatividade. Neste caso também existem riscos! Basta referir que ninguém deve consumir medicamentos que não sejam receitados especificamente para o seu caso. Além disso, ainda não existem estudos suficientes sobre os impactos do uso destas substâncias.

 

No entanto, é necessário não confundir drogas com medicamentos de venda livre e indicada para o estudo, como o Cerebrum e outros. Apesar da sua utilização não ser consensual, estes medicamentos são sujeitos ao controlo do Infarmed, o que lhes confere alguma segurança, ao passo que outras drogas (sejam de venda livre ou não) poderão trazer consequências imprevisíveis e irreversíveis.

 

NESTA ÉPOCA DE EXAMES, LANÇAMOS-TE UM DESAFIO: Energia? Usa só a tua!

 

 

Conselhos do IDT e do Infarmed


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publicado por pontesdoalva, em 14.12.11 às 09:57link do post | favorito

 

A pílula do da seguinte deve ser tomada nas primeiras 120 horas após a relação sexual não protegida. A contraceção de emergência não é uma forma de aborto e não deve ser usada por sistema! Este método apenas impede que um óvulo potencialmente fecundado inicie o processo de nidação.

 


Mais informações: Centros de Saúde ou Serviços de Urgência [nestes locais a contraceção de emergência é distribuída gratuitamente]

 

 

 

Fonte: Associação para o Planeamento da Família (www.apf.pt)/ Guia " Se és rapariga”

 

Imagem retirada de: http://certezaseduvidas-time.blogspot.com/



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publicado por pontesdoalva, em 05.12.11 às 16:32link do post | favorito

 

Este estudo foi realizado em 2011, pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência, com 13000 alunos do ensino público, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos de idade (7º ao 12º ano de escolaridade).

 

 

SÍNTESE DAS PRINCIPAIS CONCLUSÕES

 

De 2007 para 2011, verificam-se as seguintes tendências:

 

  • Relativamente ao ÁLCOOL:

- Diminuiu a percentagem de jovens que já experimentaram álcool, embora, paradoxalmente, tenha aumentado a percentagem daqueles que já se EMBRIAGARAM.

- Assim, acentuou-se o consumo excessivo de álcool, principalmente a partir dos 16 anos e no sexo FEMININO.

 

  • Relativamente ao TABACO:

- Diminuiu a percentagem de experimentação e verifica-se uma iniciação mais tardia do consumo.

 

  • OUTRAS DROGAS:

- CANNABIS: Aumentou a percentagem de experimentação nos alunos mais velhos (16 a 18 anos), atualmente situada nos 30%. Mas diminuiu a frequência do consumo.

- Diminuiu o consumo de ecstasy e mantém-se estável o número de alunos que experimenta drogas injetáveis.

- Aumentou a percentagem de consumo de ANFETAMINAS e de COCAINA, entre os alunos com idades entre os 13 e os 16 anos.

 

 

PISTAS PARA A INTERVENÇÃO

 

Segundo os autores do estudo, estas conclusões apontam para a necessidade de:

 

(1) continuar a investir na intervenção sobre o consumo excessivo de álcool, particularmente entre os jovens dos 16 aos 18 anos (2) continuar a prevenção do consumo de álcool anteriormente à idade legalmente permitida (16 anos)

(3) reforçar a atenção sobre o consumo de estimulantes (principalmente ANFETAMINAS).

 

No entanto, a nossa leitura sugere ainda que:

 

(4) Seja necessária uma maior atenção sobre o consumo de CANNABIS, uma vez que diminuiu a frequência dos consumos mas aumentou o n.º de consumidores. [O facto de ter diminuído a frequência dos consumos poderá não ser relevante na medida em que, com mais jovens a consumir, a possibilidade de se gerar dependência ditará a progressiva necessidade de maior quantidade da substância.]

 

(5) Seja necessário não descurar o consumo de COCAÍNA, que tem aumentado em crianças de tenra idade (13 aos 15 anos), uma vez que esta é considerada a droga com maior potencial de adição. [Os indivíduos relatam uma dependência tão forte que os impele a consumos cada vez mais frequentes e descontrolados.]

 

 

Fonte: Site Oficial do IDT I. P.

http://www.idt.pt/PT/ComunicacaoSocial/ComunicadosImprensa/Documents/ECATD_ESPAD_Portugal_2011_ComImp.pdf


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